Caro Presidente Guilherme Pitta, Conversamos rapidamente no corredor do encontro São Paulo de Cirurgia Vascular/Endovascular sobre a valoração vil dos honorários de nossa especialidade na tabela CBHPM e o senhor comentou que algumas distorções estariam corrigidas na 5ª edição. Consultei tal edição e persistem distorções graves como: remuneração dos procedimentos de Angiorradiologia/ Cirurgia Endovascular no anexo 4 - procedimentos de SADT (4.08.12.00-6)e (4.08.13.00-2), portanto sem valoração diferenciada para acomodação em apartamento, lembro que a codificação da Hemodinâmica - Cardologia Intervencinista está inscrita no corpo normal da tabela, com remuneração diferenciada e que eles possuem o cod. 3.09.12.23-7 Tratamento percutâneo do aneurisma/dissecção da aorta, o tratamento será deles ??? Mais alguns exemplos: o porte de implante de catéter para quimioterapia e NPP está 4B ao contrário de versões anteriores que era 7C, a valoração de confecção de FAV para hemodiálise 5A, valor semelhante ao do SUS !! Teremos no próximo mês o Fórum de Defesa Profissional e estas questões não foram levantadas. Contamos com sua atenção para estes problemas. Atenciosamente, Hudson Cruz Reis de Carvalho Cir. Vascular / Endovascular Sócio Efetivo Regional MG oi Hudson Tudo bem, você esteve no encontro em Divinópolis? Esteve no fórum em BH? Obrigado pelo alerta. Estamos nesta briga para implantar a CBHPM quinta edição se tivermos o mínimo de união e organização, avaliaremos no Work Shop de Defesa Profissional da SBACV em 17 de julho em SP, espero que você estaja presente ou acompanhe pelo nosso site e participe da discussão. Copio este email para a Dra. Solange Evangelista, para os Drs. Edno Caldeira e Dino Colli para tomarem as providêcias devidas. Divulgo no Blog do Presidente esta sua observação. Vamos a luta, Reunir para Unir. Guilherme Pitta |
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Distorção da CBHPM quinta edição segundo Hudson Cruz Reis de Carvalho
terça-feira, 1 de junho de 2010
SBACV integra Câmara Técnica de Implantes da AMB
SBACV integra Câmara Técnica de Implantes da AMB
Órgão tem atualizado listagem de órteses e próteses e discutido a questão da similaridade de materiais
Desde fevereiro, a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) está representada na Câmara Técnica de Implantes da Associação Médica Brasileira (AMB) pelo médico paulista Dino Colli. Sua primeira ação foi atualizar a listagem de implantes de órteses e próteses. Os membros do órgão têm trabalhado junto ao Ministério da Saúde para uniformizar a nomenclatura das órteses, próteses e materiais especiais (OPME) na Tabela do SUS e na Tabela da CTI.
“Ainda estamos tentando completar essa listagem com os materiais especiais para ter a aprovação dos materiais necessários às nossas atividades profissionais”, diz Colli. De acordo com ele, a maioria dos procedimentos médicos vasculares necessita de OPME e não existe uma diretriz do uso desses materiais. Por essa falha, em muitos casos, os convênios não autorizam o uso do material ou então solicitam a mudança do mesmo por um similar. “Eles pedem estudo fase 3 do país de origem do material para a aprovação, dizem que só aprovam materiais nacionais e afirmam que o material solicitado não é para uso vascular. Fazem demais exigências descabidas, o que influência o ato médico”, afirma.
Colli explica que os convênios têm deturpado a Resolução Normativa nº 11, de 11 de janeiro de 2010, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O texto diz que cabe ao médico a prerrogativa de determinar as características (tipo, matéria-prima e dimensões) das OPME necessárias à execução dos procedimentos e que quando a operadora solicitar, o médico deve justificar clinicamente a sua indicação e oferecer pelo menos três marcas de produtos de fabricantes diferentes, quando disponíveis. “A interpretação dessa RN está sendo desvirtuada pelos convênios, exigindo uma relação de três marcas de OPME, manipulando o ato médico. Quando o médico solicita uma OPME, já justifica a escolha desse material, quer pelo seu tipo, matéria-prima e dimensões, além de outros dados como localização da lesão, experiência com a prótese, anatomia do paciente etc. Se você concordar que pode enviar três marcas a serem escolhidas deve enviá-las, porém se a sua escolha for única ninguém pode mudar o ato médico”, destaca.
Além da troca de OPME pelos convênios, outra questão que vem sendo discutida na Câmara é a similaridade de material. Colli apresenta o texto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que ratifica a não-similaridade de OPME. “O inciso V do artigo 18 da consulta pública nº 31 – ANS diz: acerca da similaridade de produtos para a saúde, informamos que não existe formal e legalmente conceito de produtos médicos similares. O conceito de similaridade disposto na legislação sanitária vigente e difundido pela ANS em seu sítio eletrônico (http://www.anvisa.gov.br/medicamentos/conceito.htm) é estabelecido para os medicamentos registrados na Anvisa. Ou seja, não há produto similar. O médico jamais deve aceitar uma definição de similar para mudar a sua decisão”, diz. Colli acredita que essa questão só vá ser resolvida quando houver a formação de diretriz de atos médicos, com adendo dos códigos da CBHPM e materiais OPME mínimos para realização desses procedimentos. (AT)
terça-feira, 20 de abril de 2010
SBACV PARTICIPA DA REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA AMB
domingo, 11 de abril de 2010
REUNIÃO DE HOMENAGEM A MISSÃO DO HAIT 10_04_10 NA APM/AMB
Estivemos neste sábado na APM em São Paulo na reunião da AMB representando a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular na solenidade de homenagem aos que participaram da missão do Haiti e fiquei muito orgulhoso da minha classe e das demais profissionais que integraram esta missão, o relato do presidente José Luiz Gomes do Amaral significa tudo e não precisamos de palavras e depoimentos e sim de ação, os médicos foram:
01. Solidários com o atendimento aos Haitianos;
02. Mais de 1000 médicos se escreveram para participar do SOS Haiti;
03. Trabalharam nas mais deficientes situações para salvar e recuperar seres humanos;
04. Todas as sociedades de especialidade solicitadas atenderão ao chamado da AMB;
05. Foram 03 equipes com mais de 90 colegas que participaram de mais de dois meses de atendimento em hospital adaptado;
06. A AMB estabeleceu no Haiti hospital de campanha e com esta experiência está trabalhando para treinamento de equipes para atendimento no Brasil de situações de emergência;
07. A ONG expedicionários da saúde foi decisiva no trabalho no Haiti;
08. Vamos fazer a nossa missão e nos unirmos em torno de proposta colegiadas;
09. Nosso grande representante o Dr. Ricardo CostaVal do Rosário. Abraços
Guilherme Benjamin Brandão Pitta - Presidente da Sociedade Brasiliera de Angiologia e Cirurgia Vascular - biênio 2010/2011
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
Projeto Diretrizes da AMB e CFM
OF/DIR. CIENTÍFICA/AMB/008/2010
São Paulo, 22 de janeiro de 2010.
ÀS
ASSOCIAÇÕES DE ESPECIALIDADE
Caro Presidente,
Como já é do seu conhecimento, o Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina estão elaborando novas Diretrizes em parceria com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Por este motivo, encaminhamos abaixo novos temas a serem elaborados, para que sua Sociedade nos informe se tem interesse em participar da elaboração.
Ø Transtorno Alimentar: Bulimia Nervosa;
Ø Transtorno Alimentar: Anorexia Nervosa;
Ø Transtorno Alimentar: Compulsão Alimentar Periódica.
Lembramos ainda, que à AMB está disponibilizando Oficinas de Trabalho do Programa Diretrizes para capacitação de elaboradores, sendo uma inscrição por tema.
Aguardamos seu retorno impreterivelmente até o dia 28/01/2010, através do e-mail e alessandra@amb.org.br.
Atenciosamente.
Fabio B. Jatene Edmund C. Baracat Wanderley M. Bernardo
Coordenador do Diretor Científico Coordenador do Comitê
Programa Diretrizes Técnico Programa Diretrizes
