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quarta-feira, 26 de maio de 2010

PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL AO PACIENTE COM PÉ DIABÉTICO 21/05/10 NA SEDE DA SBACV FICOU ESCLARECIDO:



Caros colegas da Comissão Provisória de Discussão da Proposta de Criação do Programa de Atenção Integral ao Pé Diabético:

CALOGERO PRESTI, RUY BARBOSA, NELSON DE LUCCIA, ERASMO SIMÃO, CID SINTRÂNGULO, JACSON SILVEIRA CAIAFA, LENARDO MARKLOUF, CÍCERO FIDELIS, MARCELO ARAUJO E GUILHERME PITTA

NA ÚLTIMA REUNIÃO NO DIA 21/05/10 NA SEDE DA SBACV FICOU ESCLARECIDO:

01. A SBACV CONVOCOU ESTA COMISSÃO PARA DISCUSSÃO, PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DO PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL AO PACIENTE COM PÉ DIABÉTICO;

02. A SBACV NÃO TEM PROGRAMA DEFINIDO OU PROPOSTO PARA O PACIENTE COM PÉ DIABÉTICO;

03. A AÇÃO GLOBAL SESI_SBACV QUE TEVE COMO OBJETIVO EDUCAR, PREVENIR E ESCLARECER A POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA ATENDIDA NESTE DIA.
O MATERIAL EDUCATICO DO PÉ DIABÉTICO FOI IDEALIZADO PELA REGIONAL DE ALAGOAS E ENVIADO PARA AS DEMAIS REGIONAIS DO PAÍS.
ESTA AÇÃO FOI UM SUCESSO COM A PARTICIPAÇÃO DE MAIS DE 18 REGIONAIS DA SBACV, SENDO A NOSSA SOCIEDADE CONVIDADA PELO CNI/SESI PARA A PRÓXIMA FASE DE ESTABELECIMENTO DE COOPERAÇÃO PARA TREINAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E ATENDIMENTO DO PÉ DIABÉTICO NAS UNIDADES DO SESI;

04. FICOU DEFINIDO MAIS UMA AÇÃO DE TRABALHO DA SBACV NACIONAL COM A SBACV SP NA DISCUSSÃO, NO PLANEJAMENTO, NA IMPLANTAÇÃO E EXECUÇÃO DESTE PROGRAMA COORDENADO PELOS DRS. GUILHERME PITTA E CALOGERO PRESTI;

05. O MINISTÉRIO DA SAUDE NOS COMUNICOU DA VONTADE DO MINISTRO TEMPORÃO RECEBER A SBACV PARA TRATAR DO ASSUNTO, NESTE MESMO MOMENTO O PRESIDENTE DA NACIONAL CONVIDOU OFICIALMENTE O PRESIDENTE CALOGERO PARA ACOMPANHÁ-LO NESTA AUDIÊNCIA;

06. FICOU MARCADO PARA O DIA 24 DE JUNHO DE 2010 NA REUNIÃO DA REGIONAL SP, A APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS DE PROGRAMA DE ATENÇÃO AO PÉ DIABÉTICO PELOS COLEGAS RUY BARBOSA, JAKSON SILVEIRA CAIAFA, NELSON DE LUCCI E CÍCERO FIDELIS;

07. A SBACV NACIONAL ESTARAR ENVIANDO SBACV NEWS PARA TODOS ASSOCIADOS DA SBACV, COM PERMISSÃO DO PRESIDENTE CALOGERO, E QUE TENHAM PROPOSTAS DE PROGRAMAS DE ATENÇÃO INTEGRAL AO PÉ DIABÉTICO PARA ENVIÁ-LAS PARA A NACIONAL COM ATECENDÊNCIA DE 07 DIAS E APRESENTAR O RESUMO NA REUNIÃO DE SP.

A SBACV JAMAIS DIVIDIRAR FORÇAS E SIM CRIARAR AMBIENTE PARA HARMONIA, PAZ E EXECUÇÃO DESTE PROGRAMA.

Abraços
--
Guilherme Benjamin Brandão Pitta

domingo, 9 de maio de 2010

ANS esclarece sobre Terminologia Unificada em Saúde Suplementar

ANS esclarece sobre Terminologia Unificada em Saúde Suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) presta alguns esclarecimentos sobre o preenchimento das guias de Troca de Informações em Saúde Suplementar (TISS) no que se refere à Terminologia Unificada em Saúde Suplementar (TUSS):

A Associação Médica Brasileira (AMB) é a entidade autora e responsável pela elaboração da terminologia relacionada aos procedimentos médicos e ficará responsável pela indicação das inclusões, com seus respectivos códigos e descrições nos modelos estabelecidos, conforme a Instrução Normativa n.º 34, de 13 de fevereiro de 2009, e acordo firmado com a ANS. Cabe à ANS, por intermédio da Diretoria de Desenvolvimento Setorial (DIDES), disponibilizar os procedimentos em seu sítio eletrônico, após aprovação do Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPISS) e da ANS.

Para a inclusão de novos procedimentos na TUSS, é imprescindível o encaminhamento, pelas entidades com essa atribuição, de formulário específico e padronizado à AMB, em respeito ao que está descrito no fluxo de inclusão de novos procedimentos na TUSS. O fluxo de inclusão de novos procedimentos e o formulário padronizado estarão disponíveis no sítio (www.ans.gov.br). Em nenhuma outra hipótese o padrão TUSS poderá ser modificado.

Enfatiza-se que as regras de negócio em vigência para o pagamento de serviços devem ser respeitadas, inclusive no que concerne aos atributos dos procedimentos. Em relação à remuneração dos procedimentos baseados nas tabelas antigas da AMB, a ANS esclarece que a utilização dessas tabelas pelas operadoras de planos de saúde deve-se a uma questão contratual na qual a Agência não intervirá. Portanto, quando necessário, as regras poderão ser renegociadas com o objetivo de atender ao processo de adaptação ao novo padrão terminológico.

As operadoras deverão apresentar a rede credenciada, exceto nos casos em que o prestador de serviço possuir tabela própria*, documentação que contenha obrigatoriamente o relacionamento entre todos os atributos dos procedimentos (por exemplo, porte anestésico, número de auxiliares etc.), os códigos, as descrições e os valores de remuneração presentes nas tabelas em vigência em seus instrumentos contratuais para o pagamento de serviços e a TUSS procedimentos médicos.

Cabe ao prestador que possuir tabela própria para pagamento de serviços realizar o relacionamento de suas tabelas com a TUSS procedimentos médicos.

O código 16 da tabela de domínio “Tabelas” deverá ser utilizado para a cobrança dos procedimentos descritos e codificados na TUSS. Para a cobrança de pacotes deve-se utilizar o código 98 da tabela de domínio “Tabelas” e o código do pacote acordado entre as partes. Este procedimento é válido para todas as áreas de prestação de serviços. Operadoras e prestadores devem utilizar em seus sistemas os códigos e descrições da TUSS para o registro interno dos procedimentos que compõem o pacote.

Será instituído o monitoramento do processo de implementação do padrão TUSS através de reuniões regulares do COPISS destinadas à discussão específica do tema.

Considerando os debates ocorridos na última reunião do COPISS, o prazo para que os prestadores de serviço adaptem seus sistemas ao padrão TUSS será prorrogado até 15/08/2010, após publicação de Instrução Normativa da DIDES respectiva sobre o assunto. Após esta data tanto a operadora de plano privado de assistência à saúde quanto o prestador de serviço terão mais sessenta dias, ou seja, até 15/10/2010, para adaptação dos processos de envio e recebimentos das guias no padrão TISS codificadas com a TUSS.

*Considera-se tabela própria aquela que é fornecida pelo prestador de serviços e não pela operadora.

Fonte: ANS

sábado, 1 de maio de 2010

DIRETRIZ Tratamento cirúrgico de aneurismas e dissecções da aorta 22/04/10



REUNIÃO NA AMB - SBCCV e SBACV - 22/04/10 as 16.00 h

Definido a nova proposta de Diretriz da Aorta entre a SBACV e SBCCV.

Participantes da SBACV - Adamastor Humberto Pereira, Aldemar Araújo Castro, Marcelo Araujo e Guilherme Pitta

Tratamento cirúrgico de aneurismas e dissecções da aorta


Autoria:

Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (http://www.sbacv.com.br)

Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular


Elaboração Final:

Em andamento


Participantes:


DESCRIÇÃO DO MÉTODO DE COLETA DE EVIDÊNCIA:


GRAU DE RECOMENDAÇÃO E FORÇA DE EVIDÊNCIA:

A: Estudos experimentais ou observacionais de melhor consistência.

B: Estudos experimentais ou observacionais de menor consistência.

C: Relatos de casos (estudos não controlados).

D: Opinião desprovida de avaliação crítica, baseada em consensos, estudos fisiológicos ou modelos animais.


OBJETIVO:


CONFLITO DE INTERESSE:

Modelo?


INTRODUÇÃO


-DEFINIÇÃO DO ANEURISMA DA AORTA E ANEURISMA DE AORTA ROTO E EM EXPANSÃO

-EPIDEMIOLOGIA

-ETIOPATOGENIA

-CLASSIFICAÇÃO


DIAGNÓSTICO


QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO DO ANEURISMA DE AORTA E SUAS CARACTERÍSTICAS?


QUAL O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DO ANEURISMA DE AORTA ASCENDENTE?


QUAL O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DO ANEURISMA DE AORTA DESCENDENTE?


QUAL O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DO ANEURISMA DE AORTA ABDOMINAL


QUAIS AS COMORBIDADES ASSOCIADAS AO ANEURISMA DE AORTA TORÁCICA?


QUAIS AS COMORBIDADES ASSOCIADAS AO ANEURISMA DE AORTA ABDOMINAL?


QUAL A UTILIDADE DOS MÉTODOS DIAGNÓSTICOS: ECOCARDIOGRAMA (TRANSTORÁCICO E TRANSESOFÁGICO), ANGIOTOMO, RNM, ANGIOGRAFIA?


O RASTREAMENTO DO ANEURISMA DE AORTA TORÁCICO ESTÁ INDICADO?


O RASTREAMENTO DO ANEURISMA DE AORTA ABDOMINAL ESTÁ INDICADO?


TRATAMENTO


1.QUAL O DIÂMETRO DA AORTA TORÁCICA QUE INDICA TRATAMENTO CIRÚRGICO?


2.QUAL O DIÂMETRO DA AORTA ABDOMINAL QUE INDICA TRATAMENTO CIRÚRGICO?


3.O PACIENTE QUE NÃO TEM INDICAÇÃO CIRÚRGICA COMO DEVE SER MONITORADO – AORTA TORÁCICA


4.O PACIENTE QUE NÃO TEM INDICAÇÃO CIRÚRGICA COMO DEVE SER MONITORADO – AORTA ABDOMINAL


5.QUANDO INDICAR TRATAMENTO ABERTO OU ENDOVASCULAR – TORÁCICO


6.QUANDO INDICAR TRATAMENTO ABERTO OU ENDOVASCULAR – ABDOMINAL


7.QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO CIRÚRGICO ABERTO


8.QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR


9.DEFINIR OS TIPOS DE VAZAMENTO PÓS TRATAMENTO ENDOSVASCULAR


10.QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR (VAZAMENTO, MIGRAÇÃO, DESCONEXÃO, FADIGA DO MATERIAL) – TORÁCICO


11.QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR (VAZAMENTO, MIGRAÇÃO, DESCONEXÃO, FADIGA DO MATERIAL) – ABDOMINAL


12.QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO CIRÚRGICO ABERTO - TORÁCICO


13.QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO CIRÚRGICO ABERTO – ABDOMINAL


14.QUANDO AS ARTÉRIAS HIPOGÁSTRICAS DEVEM SER EMBOLIZADAS NO TRATAMENTO ENDOSVASCULAR DO AAA COM ANEURISMAS DAS ARTÉRIAS ILÍACAS?

15.QUAIS OS CRITÉRIOS PARA DEFINIR O COLO FAVORÁVEL? DEFINIR ANATOMIA FAVORÁVEL.


16.A DRENAGEM LIQUÓRICA REDUZ A PARAPLEGIA PÓS-OPERATÓRIA NO TRATAMENTO DOS ATA E AAT EXTENSO?

17.QUAIS OS CRITÉRIOS PARA DEFINIR ANATOMIA FAVORÁVEL DO SEGUIMENTO ILÍACOFEMURAL


18.QUAL A INDICAÇÃO DO TRATAMENTO CIRÚRGICO ABERTO VS ENDOVASCULAR NO AAA ROTO?


19.A MORTALIDADE CIRÚRGICA DA CORREÇÃO ENDOVASCULAR do AAA ROTO É MENOR DO QUE COM A CIRURGIA CONVENCIONAL?


20.QUAIS OS FATORES PROGNÓSTICOS ENVOLVIDOS NO TRATAMENTO CIRÚRGICO DO AA?


21.QUAIS AS INDICAÇÕES DE PRÓTESES RAMIFICADAS OU FENESTRADAS NOS ANEURISMAS TORACOABDOMINAIS E JUSTA-RENAIS?


22. QUAIS AS INDICAÇÕES DE DERIVAÇÕES EXTRA ANATÓMICAS NO ARCO AÓRTICO NO TRATAMENTO ENDOVASCULAR DOS ANEURISMAS?


23.COMO DEVE SER TRATADO, CONSIDERANDO OS FATORES DE RISCO E DE EXPANSÃO, OS PACIENTE QUE NÃO TEM INDICAÇÃO CIRURGICA






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


SEMPRE COLOCAR SEIS AUTORES E ET AL. (QUANDO HOUVER) DEIXEM AS REFERÊNCIAS ABAIXO DE CADA PERGUNTA PARA FACILITAR. SALVEM AS REFERENCIAS EM PDF OU HTML POS NO FINAL PRECISAMOS DE TODAS



DISSECÇÃO DA AORTA

INTRODUÇÃO


-DEFINIÇÃO DE DISSECÇÃO DA AORTA NO CONTEXTO DA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA

-EPIDEMIOLOGIA

-ETIOPATOGENIA – CONSIDERAR ASPECTOS GENÉTICOS

-CLASSIFICAÇÃO + FIGURAS


DIAGNÓSTICO


QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA?


QUAL O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA?


QUAIS AS COMORBIDADES ASSOCIADAS DA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA?


QUAL A UTILIDADE DOS MÉTODOS DIAGNÓSTICOS: ECOCARDIOGRAMA (TRANSTORÁCICO E TRANSESOFÁGICO), ANGIOTOMO, RNM, ANGIOGRAFIA NA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA?



TRATAMENTO


1.QUAL A MELHOR FORMA DE TRATAMENTO DA DISSECÇÃO AGUDA DA AORTA TIPO A?


2. QUAL A MELHOR FORMA DE TRATAMENTO DA DISSECÇÃO AGUDA DA AORTA TIPO B NÃO COMPLICADA? ESPECIFICAR TRATAMENTO CLÍNICO


3.FATORES PROGNÓSTICOS NOS PACIENTES COM ÚLCERA PENENTRANTE E HEMATOMA INTRAMURAL DA AORTA


4.CRITÉRIOS DE INTERVENÇÃO NOS PACIENTES COM ÚLCERA PENENTRANTE E HEMATOMA INTRAMURAL DA AORTA


5.FATORES PROGNÓSTICOS NA DISSECÇÃO AORTA TIPO B COMPLICADA?


6. QUAL A MELHOR FORMA DE TRATAMENTO DA DISSECÇÃO AGUDA DA AORTA TIPO B COMPLICADA?


7.VARIANTES TÉCNICAS DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR NOS CASOS COMPLEXOS – DEFINIR O QUE É CASOS COMPLEXOS


8.COMO ACOMPANHAR PACIENTES COM DISSECÇÃO AÓRTICA TIPO B NÃO COMPLICADA?


9.QUAIS OS CRITÉRIOS DE INDICAÇÀO CIRÚRGICA NAS DISSECÇÕES CRÔNICAS? COMENTAR ABERTA E ENDOVASCULAR


10.VARIANTES TÉCNICAS DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR NOS CASOS COMPLEXOS DE DISSECÇÃO CRÖNICA – DEFINIR O QUE É CASOS COMPLEXOS


11.FATORES PROGNÓSTICOS NA DISSECÇÃO CRÔNICA – PRÉ E PÓS OPERATÓRIA


12.COMO TRATAR A RUPTURA TRAUMÁTICA DA AORTA?



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


SEMPRE COLOCAR SEIS AUTORES E ET AL. (QUANDO HOUVER) DEIXEM AS REFERÊNCIAS ABAIXO DE CADA PERGUNTA PARA FACILITAR. SALVEM AS REFERENCIAS EM PDF OU HTML POS NO FINAL PRECISAMOS DE TODAS

segunda-feira, 26 de abril de 2010

CICE Congresso Internacional de Cirurgia Vascular


O CICE apresentou mais de 1500 inscritos com palestras com inovação e avanços em cirurgia endovascular, parabéns Lobato.


sexta-feira, 12 de março de 2010

AGENDA DO PRESIDENTE EM BRASÍLIA - REGIONAL DF

REUNIÃO DA REGIONAL DF - 12_03_10


PROPOSTAS E PROGRAMAS DA SBACV 2010_2011

CANU - Cadastro Nacional Único
FOR - Fóruns Científicos
SBACV NEWS - News letter
PROIT - Programas de incentivo a titulação dos associados
DIVAS - Programas de Diretrizes Vasculares
DEVASC - Programas de Defesa Vascular
TEVASC - Programas do Concurso de especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular

PROPOSTA DE OFICINA DE DIRETRIZES PARA JUNHO DE 2010 EM BRASÍLIA
PROPOSTA DE ESCRITÓRIO DA VASCULAR EM BRASÍLIA NA AMBR JUNTO COM A REGIONAL


VII ENCONTRO CENTRO-OESTE DE ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR
26 a 29 DE AGOSTO DE 2010 - POUSADA DO RIO QUENTE






sexta-feira, 5 de março de 2010

SBACV – Programas - 2010/2011

SBACV – Programa - 2010/2011

CANU - Cadastro Nacional Único
FORUM - Fóruns Científicos

SBACV NEWS - News letter

PROIT - Programa de incentivo a titulação dos associados
DIVAS - Programa de Diretrizes Vasculares
DEVASC - Programa de Defesa Vascular
TEVASC - Programa do Concurso de especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular
REVIS - Programa de Revistas on line
PROATIVO - Programa de ajuda as Sociedades Regionais
JOVEM - Programa de apoio ao jovem angiologista e cirurgião vascular

DE OLHO NO PÉ - Programa de Atenção integral ao paciente com pé diabético
VARIZ - Programa de Tratamento das varizes