sábado, 15 de maio de 2010

Reunião SBACV AL Profilaxia de Trombose Venosa Profunda Paulo Menezes 13_05_10

XVIII Fórum de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular regional RJ




Parabenizar o opresidente Manoel Júlio e a nossa coordenadora Ângela Eugênio pela excelência do fórum e pelo aprendizado de defesa profissional.

XVIII Fórum de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular

Data: 11 de maio de 2010 - Terça-Feira - Horário: 20:00h
LOCAL: Centro de Convenções do CBC - Rua Visconde de Silva, nº 52 – Botafogo – Rio de Janeiro – RJ

Regional Rio de Janeiro

Presidente da SBACV: Guilherme Pitta
Vice-Presidente da SBACV e Coord. Do Fórum: Solange S.M. Evangelista
Presidente: Manuel Julio J. Cota Janeiro
Secretário Geral: Sergio Silveira Leal de Meirelles
Dir. Defesa Profissional: Rubens Giambroni e Bernardo Massièri
Coord. Região Sudeste: Angela Maria Eugênio


Introdução - Rubens Giambroni – Diretor do Hosp. Mun. Salgado Filho

  1. AMB – Associação Médica Brasileira;
  2. CFM – Conselho Federal de Medicina;
  3. FENAM – Federação Nacional dos Médicos;
  4. CBHPM – Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos;
  5. TISS – Transmissão de informações na saúde suplementar;
  6. COPISS – Comissão de padronizado de informação na saúde suplementar;
  7. TUSS – Terminologia simplificada na saúde suplementar;
  8. ANS – Agencia Nacional de Saúde;
  9. CADE – Conselho administrativo de defesa econômica;
  10. Apoio aos projetos em andamento no Congresso Nacional que visam melhora das condições de trabalho e remuneração do médico.

Modulo I - Bernardo Massiere – Vice - Diretor de Defesa Profissional

  1. Na sua região quais os planos de saúde, seguro saúde, cooperativas e hospitais que usam a CBHPM quinta edição como referencia? Quais as outras edições da CBHPM e outras tabelas são também utilizadas e para quais convênios? Qual a estratégia que podemos utilizar para a implantação da CBHPM quinta edição?

  2. Qual o papel da TUSS na regulamentação dos procedimentos médicos? Qual a importância para a nossa especialidade? Como podemos acrescentar novos procedimentos vasculares na CBHPM e TUSS?

Modulo II -Julio Cesar Peclat de Oliveira – Dir. de Eventos da SBACV - RJ

  1. Qual o papel da ANS e da gerencia de relação com prestadores de serviços (GERPS/DIDES/ANS) na regulamentação das autorizações dos procedimentos (OPS) nas áreas de angiologia e cirurgia vascular?
  • Qual o tempo máximo que as OPS têm para autorizar procedimentos eletivos após o recebimento da guia?

  • Qual o tempo máximo que as OPS têm para autorizar órteses e próteses para procedimentos eletivos após o recebimento da guia?

  • Qual o tempo máximo que as OPS têm para autorizar procedimentos de urgência em pacientes internados após o recebimento da guia?

  • Qual o tempo Maximo que as OPS têm para autorizar órteses e próteses para procedimentos de urgência em pacientes internados após o recebimento da guia?

  • Qual o prazo máximo para o repasse de honorários pelas OPS após a alta hospitalar? O que o médico pode fazer quando este prazo não for respeitado e como?

  • Algumas vezes, procedimentos previamente autorizados são glosados após auditoria médica. Entretanto, os procedimentos autorizados foram realizados conforme solicitação prévia. O que o médico pode fazer para evitar estas glosas e conseguir recebê-las?

  • Alguma OPS pode exigir filiação ou credenciamento de um profissional da saúde para autorizar algum procedimento?

  • Como proceder, no caso em que departamentos administrativos internos de OPS interferem nas indicações e condutas subpujando a AMB, CFM e Sociedades Médicas competentes?
  1. No convênio AMB-ANS as diretrizes aprovadas pela AMB serão normas e resoluções a serem seguidas pelos convênios de saúde. Quais os temas de diretrizes são prioridade na SBACV?

Modulo III- Marcio Meirelles – Presidente da COOPANGIO

  1. Quais os direitos e deveres dos auditores médicos diante dos procedimentos médicos vasculares?
  • O plano de saúde algumas vezes altera o código do procedimento solicitado pelo médico assistente em discordância deste. Na maioria das vezes, a alteração é realizada sem consulta ao médico assistente, relato por escrito ou identificação do responsável pela alteração. O que o paciente e o médico devem/podem fazer, e como?

  • O que fazer quando são autorizados parcialmente honorários ou materiais?
  1. A ANS pretende permitir que as OPS possam escolher os materiais (órteses e próteses) quando existirem similares no mercado. Quais as nossas justificativas para manter a escolha dos materiais (OPS) pelo médico assistente?

Modulo IV - Ivanesio Merlo – Dir. da Clinica do Aparelho Circulatório
Laerte Vaz de Mello – Hospital Servidores do Estado do Rio de Janeiro

  1. Devemos retirar os procedimentos escleroterapia e ressecção de veias colaterais (tributárias) com doença varicosa da CBHPM? Sim ou Não?

  2. Por que o cirurgião vascular não tem seu espaço assegurado nas equipes de transplantes de órgão?

DEBATEDORES

SBACV – Presidente – Guilherme Pitta

SBACV – Vice Presidente – Solange Evangelista

CRM – Marcia Rosa - Ex-Presidente do CREMERJ. Assessora Especial da Presidência do CREMERJ. Responsável pela Câmara Técnica de Cirurgia Plástica do CREMERJ e pela Comissão de Médicos Recém-Formados do CREMERJ. Coordenadora da COMSSU - Comissão de Saúde Suplementar do CREMERJ.

ANS – Maria de Fátima Siliansky de Andreazzi - Diretora Adjunta - Diretoria de Gestão – DIGES - ANS

Unimed – Valéria Azevedo– Gerente Executiva de Autorização de Suprimentos da Unimed RJ

Consultor Jurídico - Alex Souza - Sócio da Banca A.Couto & Advogados Associados – Banca Especializada em Responsabilidade Civil Médica.
Professor convidado do MBA Executivo em Saúde – COPPEAD-UFRJ
Vice-Presidente da Comissão Permanente de Biodireito do IAB-Instituto dos Advogados do Brasil

Realização:



domingo, 9 de maio de 2010

ANS esclarece sobre Terminologia Unificada em Saúde Suplementar

ANS esclarece sobre Terminologia Unificada em Saúde Suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) presta alguns esclarecimentos sobre o preenchimento das guias de Troca de Informações em Saúde Suplementar (TISS) no que se refere à Terminologia Unificada em Saúde Suplementar (TUSS):

A Associação Médica Brasileira (AMB) é a entidade autora e responsável pela elaboração da terminologia relacionada aos procedimentos médicos e ficará responsável pela indicação das inclusões, com seus respectivos códigos e descrições nos modelos estabelecidos, conforme a Instrução Normativa n.º 34, de 13 de fevereiro de 2009, e acordo firmado com a ANS. Cabe à ANS, por intermédio da Diretoria de Desenvolvimento Setorial (DIDES), disponibilizar os procedimentos em seu sítio eletrônico, após aprovação do Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPISS) e da ANS.

Para a inclusão de novos procedimentos na TUSS, é imprescindível o encaminhamento, pelas entidades com essa atribuição, de formulário específico e padronizado à AMB, em respeito ao que está descrito no fluxo de inclusão de novos procedimentos na TUSS. O fluxo de inclusão de novos procedimentos e o formulário padronizado estarão disponíveis no sítio (www.ans.gov.br). Em nenhuma outra hipótese o padrão TUSS poderá ser modificado.

Enfatiza-se que as regras de negócio em vigência para o pagamento de serviços devem ser respeitadas, inclusive no que concerne aos atributos dos procedimentos. Em relação à remuneração dos procedimentos baseados nas tabelas antigas da AMB, a ANS esclarece que a utilização dessas tabelas pelas operadoras de planos de saúde deve-se a uma questão contratual na qual a Agência não intervirá. Portanto, quando necessário, as regras poderão ser renegociadas com o objetivo de atender ao processo de adaptação ao novo padrão terminológico.

As operadoras deverão apresentar a rede credenciada, exceto nos casos em que o prestador de serviço possuir tabela própria*, documentação que contenha obrigatoriamente o relacionamento entre todos os atributos dos procedimentos (por exemplo, porte anestésico, número de auxiliares etc.), os códigos, as descrições e os valores de remuneração presentes nas tabelas em vigência em seus instrumentos contratuais para o pagamento de serviços e a TUSS procedimentos médicos.

Cabe ao prestador que possuir tabela própria para pagamento de serviços realizar o relacionamento de suas tabelas com a TUSS procedimentos médicos.

O código 16 da tabela de domínio “Tabelas” deverá ser utilizado para a cobrança dos procedimentos descritos e codificados na TUSS. Para a cobrança de pacotes deve-se utilizar o código 98 da tabela de domínio “Tabelas” e o código do pacote acordado entre as partes. Este procedimento é válido para todas as áreas de prestação de serviços. Operadoras e prestadores devem utilizar em seus sistemas os códigos e descrições da TUSS para o registro interno dos procedimentos que compõem o pacote.

Será instituído o monitoramento do processo de implementação do padrão TUSS através de reuniões regulares do COPISS destinadas à discussão específica do tema.

Considerando os debates ocorridos na última reunião do COPISS, o prazo para que os prestadores de serviço adaptem seus sistemas ao padrão TUSS será prorrogado até 15/08/2010, após publicação de Instrução Normativa da DIDES respectiva sobre o assunto. Após esta data tanto a operadora de plano privado de assistência à saúde quanto o prestador de serviço terão mais sessenta dias, ou seja, até 15/10/2010, para adaptação dos processos de envio e recebimentos das guias no padrão TISS codificadas com a TUSS.

*Considera-se tabela própria aquela que é fornecida pelo prestador de serviços e não pela operadora.

Fonte: ANS

terça-feira, 4 de maio de 2010

Carta do Fórum de Defesa Profissional de Minas Gerais

Prezados colegas da SBACV de todo país,

A realização dos Foruns Nacionais iniciou-se com o de Minas Gerais, contando com a participação do presidente da SBACV, Dr. Guilherme Pitta. Esse primeiro forum mostrou com clareza a situação de desinformação em que nos encontramos em relação ao conhecimento e reivindicação de nossos direitos. As condições de exercício de nossa atividade e de remuneração não são definidas por nós como deveriam e mais que isso nós as desconhecemos.
Os Foruns têm como objetivo informar os associados e provocar a colocação de dúvidas e dificuldades, em busca de consenso e soluções. Uma sociedade desinformada e desorganizada terá uma defesa fraca. Precisamos cada vez mais nos unir e mostramos às instituições que nos contratam, que somos conscientes de nossos direitos e deveres e lutamos por uma remuneração justa e pela melhora da qualidade da medicina a ser oferecida aos pacientes.
No forum de Minas, brilhantes palestrantes com conhecimento da literatura de apoio fornecida pela organização do forum, aprofundaram ainda mais suas buscas, mostrando com clareza e sem subterfúgios o que ocorre no momento com nosso trabalho. Situações de desconhecimento do médico de reajuste de tabela, enviando guias com honorários já defasados, fazem com que os empregadores nos enxerguem como desinteressados, e isso foi mencionado no nosso forum em BH. Foi ainda mostrado o sucesso de negociações de médicos diretores de hospitais, com as OPS (Operadoras de plano de saúde), melhorando prazos de pagamentos, diminuindo glosas e aumentando o respeito por nossa classe. Os palestrantes brilharam, sendo pró-ativos ao prepararem as apresentações e sendo claros e diretos no seu parecer. O presidente Pitta fez as intervenções necessárias. Pensamos que uma nova era pode estar surgindo na defesa de nossa especialidade. Para isso, precisamos contar com muitos, com todos cada vez mais. Falem do Forum aos colegas, insistam para que compareçam, se informem de "DEFESA PROFISSIONAL" através deste evento. Só bem informados seremos fortes e levaremos à AMB nosso resultado de luta.
Dr. Jatene disse recentemente na televisão: “Um mau médico é pior que a doença”, porém, “Médico bem remunerado e trabalhando menos é melhor para o PACIENTE”.
Nosso diretor de defesa profissional Edno Lopes Caldeira, coordenador deste Forum, organizou com esmero junto à diretoria nacional este evento. Vamos aproveitar esta chance e participar.Vamos continuar a partir deste núcleo a desenvolver esta área de trabalho unindo os lideres de Defesa de todo país. Nesse momento é fundamental que os nossos colegas estejam engajados nessa luta. É dever de todos nós alertá-los de que não devemos deixar para poucos a responsabilidade de trabalhar na defesa de todos.

Só com os sócios bem informados teremos uma SBACV forte e representativa em busca dos nossos direitos. Vá ao Forum de seu estado, convide seu colega e mostre a ele a importância de se unir e participar.


Solange Seguro Meyge Evangelista
Coordenadora do Forum Nacional da SBACV

Edno Lopes Caldeira
Diretor de Defesa Profissional da SBACV

domingo, 2 de maio de 2010

VI ENCONTRO DE ATENÇÃO AO PÉ DIABÉTICO DO RJ 01 e 02 de maio


Abertura do Fórum de Defesa Profissiona da SBACV em BH

FÓRUM DE DEFESA PROFISSIONAL DA SBACV

ABERTURA OFICIAL EM BELO HORIZONTE - MG - 30 de abril de 2010

COORDENAÇÃO GERAL DO FÓRUM NA SBACV - SOLANGE EVANGELISTA
COORDENAÇÃO LOCAL DO FÓRUM EM MINAS GERAIS - EDNO CALDEIRA
PRESIDENTE DA REGIONAL SBACV_MG - BRUNO NAVES

PRESENÇA DO PRESIDENTE GUILHERME PITTA E DA TESOUREIRA RAQUEL TEIXEIRA DA SBACV




sábado, 1 de maio de 2010

Oficina de Diretrizes AMB - SBACV 30 de abril de 2010

Oficina de Diretrizes AMB - SBACV 30 de abril de 2010 realizada com o apoio da regional do RJ com as presenças do presidente Manoel Júlio e do secretário Sérgio Meirelles.

Coordenação da oficina dos Drs. Wanderley Bernado (AMB) e Aldemar Araujo Castro (SBACV)

Participação dos associados principalmente do RJ, com as presenças dos ex-presidentes da SBACV Airton Frankini e Elizabeth Reino, do presidente da regional do RS Adamastor Pereira



Prezado(a) Dr(a), PARTICIPANTE DA OFICINA DE DIRETRIZ AMB_SBACV NO Rio de Janeiro

A finalização do estágio 2 (Escolha do tema) é burocrática por que dependemos agora
da AMB anunciar as outras sociedades o nosso interesse para, finalmente, chegarmos
ao estágio 3 (Reuniões dos grupos elaboradores das sociedades de especialidade com
interface com o tema são convocadas). Em seguida, será iniciado o estágio 4
(Elaboração das questões a serem respondidas). Assim, neste meio tempo, é importante
o início da elaboração das questões.

Para a elaboração das questões, por favor, acesse o sítio: http://www.sbacv.com
Nele, no lado direito, já estão sendo colocados os temas. Ao clicar no TEMA, um
arquivo do GoogleDocs será aberto. Veja os outros temas para servir de modelo. Nós
iremos trabalhar apenas com as PERGUNTAS, até que a AMB sinalize com a continuação
do tema da diretriz.

1. Para editar as perguntas é necessário se cadastrar no GoogleDocs
(http://docs.google.com).
2. Não apague as perguntas, repita a pergunta com o seu nome entre Parênteses.
Assim, quem acessar a página sabe como foi a evolução na elaboração das perguntas.
3. Qualquer pessoa terá acesso e poderá sugerir perguntas, mas apenas os
coordenadores das diretrizes (duas ou no máximo três pessoas poderão editar). Os
coordenadores serão os participantes da oficina de trabalho.

LEMBREM-SE, OS APRIMORAMENTO DAS PERGUNTAS EXISTENTES E A COLOCAÇÃO DE NOVAS É
ESSENCIAL PARA MELHOR A QUALIDADE DA DIRETRIZ.

Abraços,

Aldemar Araujo Castro
Coordenador Geral da DIVAS (Programa de Diretrizes da SBACV)


509ª Reunião Cientifica da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Regional do Rio de Janeiro




509ª Reunião Cientifica da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Regional do Rio de Janeiro

20:00 – 20:29

1ª PARTE: FORUM DO SÓCIO


20:30 – 21:10

2ª PARTE: FALA RESIDENTE

Tema:

Implante de filtro venoso bi-ilíaco: uma alternativa viável em casos selecionados.

Apresentação:

Daniel Queiroz Neves - Hospital Antonio Pedro

Debatedores:

1º Res. Eduardo Mascarenhas – HMSA
2º Res. Ricardo Gomes de Freitas – H C Polícia Militar

Comentários finais:

Vasco Lauria da Fonseca Filho


21:11 – 21:45

3ª PARTE: TEMA CENTRAL

Tema:

Trauma Vascular Complexo

Relator:

Luiz Alexandre Essinger

Comentários:

Guilherme BenjaminPitta
Rubens Giambroni Filho

Debates


21:46 – 22:25

4ª PARTE - SERVIÇO CONVIDADO

Serviço Convidado:

Hospital Geral de Bonsucesso - Chefe de Serviço: Hermógenes Petean Filho

Tema:

Selamento de pertuito de introdutor em angioplastia em fav para hemodiálise

Relator:

Bernardo Malta

Debatedores:

1º Debatedor: Fúlvio Toshio Hara de Lima
2º Debatedor: Raimundo Senra Barros
3º Debatedor: Carlo Sassi

DIRETRIZ Tratamento cirúrgico de aneurismas e dissecções da aorta 22/04/10



REUNIÃO NA AMB - SBCCV e SBACV - 22/04/10 as 16.00 h

Definido a nova proposta de Diretriz da Aorta entre a SBACV e SBCCV.

Participantes da SBACV - Adamastor Humberto Pereira, Aldemar Araújo Castro, Marcelo Araujo e Guilherme Pitta

Tratamento cirúrgico de aneurismas e dissecções da aorta


Autoria:

Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (http://www.sbacv.com.br)

Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular


Elaboração Final:

Em andamento


Participantes:


DESCRIÇÃO DO MÉTODO DE COLETA DE EVIDÊNCIA:


GRAU DE RECOMENDAÇÃO E FORÇA DE EVIDÊNCIA:

A: Estudos experimentais ou observacionais de melhor consistência.

B: Estudos experimentais ou observacionais de menor consistência.

C: Relatos de casos (estudos não controlados).

D: Opinião desprovida de avaliação crítica, baseada em consensos, estudos fisiológicos ou modelos animais.


OBJETIVO:


CONFLITO DE INTERESSE:

Modelo?


INTRODUÇÃO


-DEFINIÇÃO DO ANEURISMA DA AORTA E ANEURISMA DE AORTA ROTO E EM EXPANSÃO

-EPIDEMIOLOGIA

-ETIOPATOGENIA

-CLASSIFICAÇÃO


DIAGNÓSTICO


QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO DO ANEURISMA DE AORTA E SUAS CARACTERÍSTICAS?


QUAL O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DO ANEURISMA DE AORTA ASCENDENTE?


QUAL O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DO ANEURISMA DE AORTA DESCENDENTE?


QUAL O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DO ANEURISMA DE AORTA ABDOMINAL


QUAIS AS COMORBIDADES ASSOCIADAS AO ANEURISMA DE AORTA TORÁCICA?


QUAIS AS COMORBIDADES ASSOCIADAS AO ANEURISMA DE AORTA ABDOMINAL?


QUAL A UTILIDADE DOS MÉTODOS DIAGNÓSTICOS: ECOCARDIOGRAMA (TRANSTORÁCICO E TRANSESOFÁGICO), ANGIOTOMO, RNM, ANGIOGRAFIA?


O RASTREAMENTO DO ANEURISMA DE AORTA TORÁCICO ESTÁ INDICADO?


O RASTREAMENTO DO ANEURISMA DE AORTA ABDOMINAL ESTÁ INDICADO?


TRATAMENTO


1.QUAL O DIÂMETRO DA AORTA TORÁCICA QUE INDICA TRATAMENTO CIRÚRGICO?


2.QUAL O DIÂMETRO DA AORTA ABDOMINAL QUE INDICA TRATAMENTO CIRÚRGICO?


3.O PACIENTE QUE NÃO TEM INDICAÇÃO CIRÚRGICA COMO DEVE SER MONITORADO – AORTA TORÁCICA


4.O PACIENTE QUE NÃO TEM INDICAÇÃO CIRÚRGICA COMO DEVE SER MONITORADO – AORTA ABDOMINAL


5.QUANDO INDICAR TRATAMENTO ABERTO OU ENDOVASCULAR – TORÁCICO


6.QUANDO INDICAR TRATAMENTO ABERTO OU ENDOVASCULAR – ABDOMINAL


7.QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO CIRÚRGICO ABERTO


8.QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR


9.DEFINIR OS TIPOS DE VAZAMENTO PÓS TRATAMENTO ENDOSVASCULAR


10.QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR (VAZAMENTO, MIGRAÇÃO, DESCONEXÃO, FADIGA DO MATERIAL) – TORÁCICO


11.QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR (VAZAMENTO, MIGRAÇÃO, DESCONEXÃO, FADIGA DO MATERIAL) – ABDOMINAL


12.QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO CIRÚRGICO ABERTO - TORÁCICO


13.QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO CIRÚRGICO ABERTO – ABDOMINAL


14.QUANDO AS ARTÉRIAS HIPOGÁSTRICAS DEVEM SER EMBOLIZADAS NO TRATAMENTO ENDOSVASCULAR DO AAA COM ANEURISMAS DAS ARTÉRIAS ILÍACAS?

15.QUAIS OS CRITÉRIOS PARA DEFINIR O COLO FAVORÁVEL? DEFINIR ANATOMIA FAVORÁVEL.


16.A DRENAGEM LIQUÓRICA REDUZ A PARAPLEGIA PÓS-OPERATÓRIA NO TRATAMENTO DOS ATA E AAT EXTENSO?

17.QUAIS OS CRITÉRIOS PARA DEFINIR ANATOMIA FAVORÁVEL DO SEGUIMENTO ILÍACOFEMURAL


18.QUAL A INDICAÇÃO DO TRATAMENTO CIRÚRGICO ABERTO VS ENDOVASCULAR NO AAA ROTO?


19.A MORTALIDADE CIRÚRGICA DA CORREÇÃO ENDOVASCULAR do AAA ROTO É MENOR DO QUE COM A CIRURGIA CONVENCIONAL?


20.QUAIS OS FATORES PROGNÓSTICOS ENVOLVIDOS NO TRATAMENTO CIRÚRGICO DO AA?


21.QUAIS AS INDICAÇÕES DE PRÓTESES RAMIFICADAS OU FENESTRADAS NOS ANEURISMAS TORACOABDOMINAIS E JUSTA-RENAIS?


22. QUAIS AS INDICAÇÕES DE DERIVAÇÕES EXTRA ANATÓMICAS NO ARCO AÓRTICO NO TRATAMENTO ENDOVASCULAR DOS ANEURISMAS?


23.COMO DEVE SER TRATADO, CONSIDERANDO OS FATORES DE RISCO E DE EXPANSÃO, OS PACIENTE QUE NÃO TEM INDICAÇÃO CIRURGICA






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


SEMPRE COLOCAR SEIS AUTORES E ET AL. (QUANDO HOUVER) DEIXEM AS REFERÊNCIAS ABAIXO DE CADA PERGUNTA PARA FACILITAR. SALVEM AS REFERENCIAS EM PDF OU HTML POS NO FINAL PRECISAMOS DE TODAS



DISSECÇÃO DA AORTA

INTRODUÇÃO


-DEFINIÇÃO DE DISSECÇÃO DA AORTA NO CONTEXTO DA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA

-EPIDEMIOLOGIA

-ETIOPATOGENIA – CONSIDERAR ASPECTOS GENÉTICOS

-CLASSIFICAÇÃO + FIGURAS


DIAGNÓSTICO


QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA?


QUAL O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA?


QUAIS AS COMORBIDADES ASSOCIADAS DA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA?


QUAL A UTILIDADE DOS MÉTODOS DIAGNÓSTICOS: ECOCARDIOGRAMA (TRANSTORÁCICO E TRANSESOFÁGICO), ANGIOTOMO, RNM, ANGIOGRAFIA NA SÍNDROME AÓRTICA AGUDA?



TRATAMENTO


1.QUAL A MELHOR FORMA DE TRATAMENTO DA DISSECÇÃO AGUDA DA AORTA TIPO A?


2. QUAL A MELHOR FORMA DE TRATAMENTO DA DISSECÇÃO AGUDA DA AORTA TIPO B NÃO COMPLICADA? ESPECIFICAR TRATAMENTO CLÍNICO


3.FATORES PROGNÓSTICOS NOS PACIENTES COM ÚLCERA PENENTRANTE E HEMATOMA INTRAMURAL DA AORTA


4.CRITÉRIOS DE INTERVENÇÃO NOS PACIENTES COM ÚLCERA PENENTRANTE E HEMATOMA INTRAMURAL DA AORTA


5.FATORES PROGNÓSTICOS NA DISSECÇÃO AORTA TIPO B COMPLICADA?


6. QUAL A MELHOR FORMA DE TRATAMENTO DA DISSECÇÃO AGUDA DA AORTA TIPO B COMPLICADA?


7.VARIANTES TÉCNICAS DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR NOS CASOS COMPLEXOS – DEFINIR O QUE É CASOS COMPLEXOS


8.COMO ACOMPANHAR PACIENTES COM DISSECÇÃO AÓRTICA TIPO B NÃO COMPLICADA?


9.QUAIS OS CRITÉRIOS DE INDICAÇÀO CIRÚRGICA NAS DISSECÇÕES CRÔNICAS? COMENTAR ABERTA E ENDOVASCULAR


10.VARIANTES TÉCNICAS DO TRATAMENTO ENDOVASCULAR NOS CASOS COMPLEXOS DE DISSECÇÃO CRÖNICA – DEFINIR O QUE É CASOS COMPLEXOS


11.FATORES PROGNÓSTICOS NA DISSECÇÃO CRÔNICA – PRÉ E PÓS OPERATÓRIA


12.COMO TRATAR A RUPTURA TRAUMÁTICA DA AORTA?



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


SEMPRE COLOCAR SEIS AUTORES E ET AL. (QUANDO HOUVER) DEIXEM AS REFERÊNCIAS ABAIXO DE CADA PERGUNTA PARA FACILITAR. SALVEM AS REFERENCIAS EM PDF OU HTML POS NO FINAL PRECISAMOS DE TODAS